quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Um VIVA às Diferenças


Olá,

Recebi essa mensagem a pouco e, embora não saiba se trata-se de um caso real ou não, o que realmente importa é a moral da história. Segue:


"Aconteceu numa viagem da Tam e é verídico (isso é que não sei...)

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

'Qual o problema, senhora?', pergunta uma comissária..
'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'.
'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'.

E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...'
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé."


Conforme havia dito, não sei se essa história é verdadeira, mas sei que muitas outras com o mesmo baixo nível, são. E é exatamente isso que me perturba. Até quando vamos conviver com preconceitos? Até quando as pessoas farão distinção entre umas e outras? Até quando uma cor de pele, uma classe social ou mesmo uma opinião não será aceito por algumas pessoas? O mundo está cada vez pior por conta de tanto desrespeito. Pessoas se agridem, se maltratam e se matam por nada. Pura e simplesmente NADA. Ao invés de agradecerem a Deus pelas diferenças, não, querem destruí-las. As pessoas precisam urgentemente aceitar o fato de que somos diferentes uns dos outros, e mais, que isso é ótimo! Imagina um mundo repleto de pessoas iguais, com cor igual, com opiniões iguais, vontades iguais, escolhas iguais, times iguais... Agghhhhrrrr, seria péssimo. Que graça teríamos em viajar se todos fossem iguais? Isso aniquilaria as diversas culturas espalhadas pelo mundo. O que haveria de interessante nisso? Que graça teria sentar para conversar com um amigo que pensasse da mesma forma que nós? Nada seria acrescentado, nada seria discutido. Seria uma série de: Ã-rã!, Isso mesmo, Concordo, É verdade, Com certeza... Se é para ser assim, melhor ficar em casa conversando consigo mesmo diante do espelho, concordam? OK, se não concordarem vamos discutir a respeito, ampliar nossas visões, remodelar nossos pensamentos. Tem coisa mais gostosa que isso?! Não, não têm!!! Se tivesse, volto ao exemplo da viagem, não haveria sentido em as pessoas viajarem para conhecer novas culturas, certo?! Tem muita gente diferente com muita coisa a nos acrescentar, assim como também podemos acrescentar à vida de outras pessoas. Isso é o que realmente importa. Por essa razão é que estamos aqui na Terra. Não viemos aqui para ver os anos se passarem através de nossas rugas. A vida é muito mais que isso. Precisamos, com muita urgência, crescer como seres humanos. Evoluir nossos pensamentos, nossos desejos, nossas atitudes. Precisamos aceitar que somos todos iguais perante nosso PAI e, a maior prova disso, é que ao morrermos vamos parar no mesmo lugar, da mesma forma (ok, alguns têm velórios e túmulos mais chiques e outros nem tanto) e acabamos virando comida para bichos do mesmo jeito. Portanto, vamos parar de analisar as pessoas pela cor de sua pele, vamos parar com as brigas entre torcidas diferentes de futebol, vamos parar de desprezar as pessoas mais pobres ou julgar como fúteis as pessoas com um padrão de vida melhor, vamos começar a enxegar a faxineira de nosso trabalho ou o segurança que fica sempre ao lado da catraca, sim, porque aquele uniforme que eles usam não têm nenhum poder especial, como invisibilidade, por exemplo, vamos parar de discutir sobre religião e começar a perceber que o que realmente importa é o que está acima disso: a crença em Deus, vamos começar a aceitar as diferenças e tirar algum proveito delas, por favor!

E, por fim, estendo aqui a minha bandeira: Um VIVA à diferença!


Bjo

Dica - 13ª Edição do Brexote – BREXOTE DE NATAL


Galerinha,

Como consumista assumida que sou, sempre fico atenta às dicas da queridíssima Lilian, do blog Achados do Dia. Portanto, aproveitando o espírito natalino que tanto nos motiva, segue uma dica de boas compras e ajuda ao próximo.


O Achados do Dia participará de um bazar em prol do Projeto Quixote (http://www.projetoquixote.org.br/) nos dias 10 e 11 de dezembro (quinta e sexta)
Várias lojas estarão expondo, mas o sucesso também depende da divulgação. por isso, se puderem repassar pros amigos ou divulgar nos blogs, twitter, etc.. encaminho anexo o release e o flyer.
Os posts de divulgação no Achados do Dia são os seguintes:
http://www.achadosdodia.com.br/2009/12/1-bazar-dos-achados-ao-vivo-esta.html
http://www.achadosdodia.com.br/2009/11/1-bazar-dos-achados-ao-vivo-brexote-de.html

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Chuva em São Paulo = CAOS Geral


Olá,
Como vocês estão? Hoje eu estou bem, mas ontem..... vocês não têm noção....
Na verdade, algo parecido já havia ocorrido na quinta-feira da semana passada. Vamos aos fatos.
Banessa e eu viemos trabalhar (por insistência dela) no novo prédio de nosso trampo. Mais ou menos às 17:00 começou uma chuva do cão em São Paulo. Como sentamos no 10º. andar, tivemos uma visão privilegiada, e assustadora, dos caos que instalou-se em SP City. Marginal alagada, Tietê transbordando, filas quilométricas no trem, trânsito caótico por todos os lados, enfim, a visão do inferno.
Decidimos, então, sair do trabalho às 19:10 para pegarmos o fretado que sai às 19:20. Para variar, eu havia esquecido o guarda-chuva em uma das bolsas que troco ao longo da semana. Desta forma, peguei uma “carona” no guarda-chuva da Banessa. Junto conosco estava um colega de trabalho, que também estava sem guarda-chuva. Banessa, com toda sua bondade, ofereceu uma ponta do seu para protegê-lo da chuva. E assim, caminhamos os três embaixo de um único guarda-chuva salvador rumo ao ponto dos fretados. Não contávamos apenas com a fila homérica que também os esperava. Quietinhos, ficamos lá esperando. Esperando mais um pouco. E um tantinho mais. Neste momento, já estávamos encharcados, fedidos, descabelados e gripados. Nosso colega estava se protegendo da chuva justamente embaixo da ponta em que a fita com o fecho do guarda-chuva está costurada. Esta mera fita simplesmente se transformou em uma terrível torneira. Toda a água que batia no guarda-chuva escorria justamente através desta fita. E toda a água que escorria da torneira em forma de fita ia de encontro diretamente com o terno dele. O coitado estava simplesmente encharcado. Quando olhamos para o lado, vimos um rapaz se protegendo da chuva praticamente com um guarda sol, de tão grande que era seu guarda chuva. Eu, muito “discretamente”, comentei com a Banessa e nosso colega: “Ele bem que podia oferecer uma carona, né?! Olha o tamanho deste guarda chuva só para ele...”. Não sei como (ah, tá!), mas em questão de 10 segundos o rapaz virou-se para nós e perguntou se não gostaríamos de juntar os guarda chuvas. Nossa, não precisou oferecer 2 vezes. Quando vimos estávamos todos grudados embaixo dos 2 guarda-chuvas. Até que nossa paciência esgotou-se. Já passavam das 20:00 e até aquele momento nada de fretado. Decidimos então ir de trem. Depois disto, sem grandes novidades. No percurso até o trem, nosso colega e eu expulsamos a Banessa do guarda-chuva e ela seguiu na frente no guarda sol do carona. Quando percebemos, o coitado estava todo para fora tomando chuva, enquanto a Banessa caminhava sussa. Para demonstrar nossa gratidão, pagamos a passagem do carona. Nesta quinta-feira cheguei em casa às 22:00, pode? O pior de tudo foi descobrir no dia seguinte que o horário de saída dos fretados era outro. Tinham partido às 19:00 em ponto. Pode?!!!
Afê, mas nada se compara a ontem. Mais uma vez, o caos iniciou-se por volta das 17:00. Sempre né, como pode?! São Pedro deve ficar sentado em uma nuvem, só de olho no relógio. Só esperando. Quando vê que a galera começou a sair do trampo, já era. Aciona o botão do caos e se diverte. Mas enfim, novamente contemplamos a visão da bagunça do 10º andar. Só que ontem resolvemos sair no nosso horário. Às 18:10 já estávamos na fila. Mais uma vez meu guarda-chuva estava em qualquer outra bolsa, menos na de ontem, mas beleza. E dáli carona no da Banessa. Na fila ficamos sabendo que os fretados da 16:00 estavam atrasados, portanto, não havia previsão para chegada dos da 18:00. Então propus que fôssemos de trem, mas uma garota que também estava na fila nos informou que o trem não estava circulando, pois a linha estava alagada. Quem adorou a informou foi a Tati, que estava desesperada com a possibilidade de ir embora no trem. Na verdade seu desespero maior era em ter que pular o espaço entre a plataforma e o vagão, que diga-se de passagem é enorme, principalmente para a Tati, que mede em torno de 1,50m. Em compensação, meu desespero maior era em ir embora. Por conta disso, acabei não processando a história do trem, e em cerca de 1 min. depois eu novamente propus: “Gente, o que acham de ir de trem”. Tive que ouvir um alto e sonoro “Dããããããããrrrrrr, N-Ã-O T-E-M T-R-E-M!!!!”. Podia ter dormido sem essa, né?! A Camila então teve a idéia de ligar para um antigo fretado que ela pegava e o cara estava próximo de onde estávamos. Marchamos rumo ao fretado, mesmo sem saber para onde ele iria. No meio do caminho, Banessa e eu comentamos sobre o guarda sol do carona da semana passada e o quanto seria “legal” encontrá-lo naquele momento. Pedido feito, pedido atendido. Do nada trombamos com ele, mas como não especificamos o pedido, ele já estava dando carona para um rapaz que media 3. Neste momento avistamos a van que transporta os funcionários até a Paulista, e sem pensar duas vezes resolvemos pega-la. A Camila e a Tati seguiram rumo ao fretado enquanto Banessa, eu, Chico e Diego escalamos o gramado até o prédio. Eu escorregando, enfiando o salto na grama, Banessa quase caindo e os meninos escalando tranquilamente. Corremos até a van e enquanto esperávamos o gordão (amigo do carona) entrar na Van, começamos a escutar algumas pessoas gritando. Percebemos que esse gritos eram para nós, que sem muito esforço, repassamos para o gordão. Essa galerinha estava esperando desde as 16:00 essa tal van, e estávamos, de acordo com eles, furando fila. Fomos xingados, humilhados e deixados de lado. O gordão até tentou tumultuar dizendo que estava esperando a van desde às 14:00, mas logicamente que não colocou e ele foi xingado mais um pouquinho (nossa, em dia de chuva as pessoas ficam muito agressivas, sabe?!). Nós 4 decidimos abandonar o carona (até porque a chuva já havia amenizado) e seu amigo gordo “causador”. Não precisávamos de mais vexame. Francisco então resolver sacar $$ para pegarmos um táxi até um metrô. Quando voltou, ficamos sabendo que a espera para pegar um táxi era de 1h e 30min. Não sei o que deu nele, acho que o mesmo que deu em mim, mas ele soltou depois de uns 30 segundos: “E aí, vamos pegar um táxi”. Rá, agora foi minha vez. Tirei um sarro básico da cara dele, gritei um Dãããããrrrr bem alto e ri muito. Em seguida ficamos sabendo que haviam 3 lugares para ir em pé na van para a Paulista. Como estávamos em 4 pensamos e falamos juntos: “Não, estamos juntos na alegria e na tristeza. Se não dá para irem os 4 de uma vez, não vai ninguém”. Ah, foi lindo. A chuva destrói, quebra, inunda, mas também une as pessoas, viu?! Neste momento reparamos melhor no tal Diego (ele é novo na área). O coitado não tinha tirado seu óculos para enfrentar a chuva, então estava todo molhado, tipo vidro de carro. Não sei como estava enxergando um palmo a sua frente, mas beleza. Decidimos voltar ao princípio. Ligamos para a Camila e soubemos que seu fretado ainda não havia passado. Portanto, corremos rumo ao ponto de ônibus. De repente avistamos o fretado do serviço vindo em nossa direção. O Francisco saiu correndo até ele (o que não foi difícil, visto que a Marginal estava parada) e perguntou se podíamos subir. Graça às leis “super legais” de nosso prefeito, nossa subida não foi autorizada, tendo em vista que havia um guardinha da CET bem na esquina fitando a nossa situação. O motorista indicou o ponto que iria parar e saímos disparados até ele. Quando chegamos lá, avistamos uma fila separada esperando o único fretado que serve para mim e para a Banessa. Nos separamos dos meninos e 10min depois nosso fretado chegou. Para compensar todo o sofrimento, nosso fretado chegou ao destino em 30min exatamente. Mistérios de SP City...

Acreditam que após isso tudo eu e Banessa ainda encaramos uma aula de Spining e outra de alongamento? Pois é, acho que mudei mesmo.....

Bjos

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Dica de Beleza


Ontem , a Banessa e eu estávamos passeando no shopping (sem um pingo de vontade de torrar $$ - rá rá rá) e resolvemos parar na loja da Contém 1gr. E olha aqui, olha acolá, mexe aqui, prova ali até que fomos pegas pela vendedora. Tão atenciosa, tão fofa, uma maquiagem “leinda” com olhos pintados de preto (adoro!), toda prestativa... não sei bem em que momento ocorreu, mas de repente eu estava dominada. Quando dei por mim ela já estava limpando o meu rosto, tonificando minha pele, hidratando, explicando altas coisas sobre esse processo importante da pré-maquiagem, quando enfim ela nos apresentou 2 milagres da natureza. Sim, da natureza, pois são minerais. Tratam-se de 2 produtos novos comercializados pela Contém 1gr. Um é o corretivo Mineral com FPS 15 e o outro é a base Mineral FPS 15. Peruas, CHOQUEI!!!
Esse corretivo é muito legal. Eu tenho várias manchinhas de espinhas espalhas pelo rosto e esse corretivo, não sei como (dããããrrrr) sumiu com todas. Eu disse TODAS!
Já a base é muito legal. É em pó e você passa com pincel. Fica super natural, make leve, tipo pele de pêssego.

Vou ser sincera. Eu até tentei resistir, mas a vendedora foi tããããããão atenciosa, fofa e legal, que TIVE que comprar alguma coisa.
Como já tenho um corretivo (não é tão milagroso quanto esse Mineral, mas quebra um puta galho) eu comprei a base, apenas.

Hoje, assim que cheguei no serviço, me produzi toda. Passei meu corretivo, minha base nova (com o maior aperto no coração, pois só eu sei a dó que tenho de usar coisa nova), um lápis no olho, uma sombra, um blush, um batom e pronto! Como diria meu amore, mulher quando se pinta é como índio: Quer Guerra!!!

Bom, fica a dica. O preço não é muito barato, mas vale muito a pena.

Beijinhos!

Vivendo com amor e respeito


Sempre que puder elogie as pessoas,
muitas vezes isso faz toda a diferença para o dia delas. Tenha um aperto de mão forte, passe uma boa energia quando toca-las, olhe as pessoas nos olhos, veja a luz que existe dentro delas, gaste menos do que ganha,
desgaste-se menos com as coisas pequenas,
não dê tanta importância aquilo ou aqueles que não te acrescentem coisas boas.

Aproveite mais o seu tempo com as coisas boas da vida, saiba perdoar a si e aos outros também, trate a todos,assim como gostaria de ser tratado,
porém, não trate com prioridade aquele que te trata como opção!

Faça novos amigos... conserve os velhos também, não adie uma alegria... saiba guardar segredos. Surpreenda os que você ama com presentes inesperadosaceite sempre uma mão estendida, reconheça seus erros, sorria, não custa nada e não tem preço, pague suas contas em dia, não reze para pedir as coisas,peça sabedoria e coragem para viver!
Dê as pessoas uma segunda chance, não tome nenhuma medida quando estiver cansado, respeite todas as coisas vivas, dê o melhor de si para cada um dos teus dias, jamais prive-se da esperança, ame e respeite a sua família, seus amigos e ao próximo,
assim como você gostaria de ser amado e respeitado.



Bonito né?! Também achei.

Fica a dica.... vamos nos esforçar para viver uma vida mais tranquila, calma, alegre.... é fácil, basta tentar!


Bjos

Indicação de Leitura


Gentem, mais uma indicação:
Li o livro Férias, da Marian Keyes, e recomendo.

Mas uma vez, me rasgo em elogios. Leitura gostosa, situações cotidianas, personagens envolventes e cativantes e gostinho de quero mais no final.

Esse livro é, na verdade, a biografia da própria escritora. Ela foi alcoólatra por muito tempo e neste livro resolveu escrever sobre essa passagem de sua vida, mas lógico, de uma maneira muito engraçada e completamente fora dos padrões.
Ele conta sua história através da pesonagem Rachel, uma garota de 27 anos que saiu da Irlanda a 8 oitos atrás com uma amiga de infância, Brigit, e atualmente vive em Nova York. Como adoram badalar, Rachel e Brigit se divertem muito em NY e suas altas festas, sempre regadas a muita bebida e, infelizmente, drogas. Não que não bebidas sejam drogas, mas não vou entrar neste mérito. Neste ínterim, Rachel conhece Luke, um “homem de verdade”. Porém, enquanto Brigit luta para alcançar seus objetivos, Rachel parte para um caminho completamente contrário. Tachada como toxicômana por todos, submetida a uma lavagem estomacal pós overdose e abandonada pelo namorado, Rachel concorda em passar 2 meses em uma clínica de reabilitação. Na verdade, ela só concorda com essa idéia, pois a considera como um período de Férias (daí o nome do livro), onde fará sessões de massagem, banho de lama, sauna e tudo mais que puder. Mas será que as coisas funcionam bem assim?

Uma curiosidade: Rachel tem mais 4 irmãs. Claire, Margareth, Anna e Helen. O livro Melância é sobre a história de Claire e o livro Los Angeles é sobre Margareth.
Trechos a serem lidos e relidos: A primeira e a segunda transa de Rachel e Luke (tesão puro). Depoimentos de Brigit e Luke sobre o vício de Rachel. O pequeno diálogo entre ela e o novo paciente da clínica, Sr. Paidraig (é interessante, pois é aí que eu senti que ela começou a mudar seu pensamento). Seu reencontro com Brigit e, é óbvio, o final que é lindo.

Depois de ter lido 2 livros dela e ter adorado, resolvi comprar mais um. A Banessa já tinha me falado de uma certa promoção na, na, na, na.... Saraiva (não aprende mesmo, viu!), e ontem quando passamos por lá, não resisti. Eles fizeram um BOX com 3 livros dela por R$ 139,90. Como eu tinha bônus de R$ 15,00..... bom, consumismo a parte, comprei mais 3 livros:
- Melância
- Sushi
- Los Angeles

Assim que for lendo eu escrevo aqui, ta?!

Beijos.

SaRAIVA


Vocês acreditam que a Saraiva tá tirando uma com a minha cara??!!!!
Pois é. Lembram-se da compra dos 5 livros que fiz??? Pois bem, até agora os filhos-da-mãe não me enviaram. As desculpas? As piores possíveis!!!
Primeiro alegaram que o endereço estava incompleto. Ah,fala sério... nome da rua, número, andar, sala, bairro, CEP, cidade e estado. O que eles querem mais? Ah, já sei.... esqueci de colocar o país!
Ninguém merece. Depois de ligar na central de atendimento e informar novamente o endereço (sem alteração alguma), pediram que eu aguardasse 5 dias. 5 DIAS!!! Isso porque o prazo de entrega era de 1 dia útil, mas tudo bem. Depois de cinco dias me disseram que os livros tinham acabado de chegar ao estoque, então seriam necessários mais 3 dias úteis para que me enviassem. Aí não agüentei.
Pára! PÁRA TUDO! Pensei em gritar, xingar, ofender a mãe da coitada da atendente, ir até a Saraiva mais próxima e sair rasgando vários livros, abrir uma reclamação no Procon (mesmo sabendo que ele não resolve nada e depois ia querer partir para a ignorância com ele também), entre outras atitudes enlouquecidas. Mas então parei, pensei e resolvi falar a única coisa que valeria a pena e resolveria o caso. Eu disse bem calma: “Não, não e não (enquanto a atendente ainda tentava me explicar o fluxo das entregas e devoluções de mercadoria)... Cancela T-U-D-O! C-A-N-C-E-L-A agora (enquanto ela tentava me acalmar).” Obviamente que não fui tããão fina assim. Xinguei um “pouquinho” a atendente, a Saraiva, o fluxo de blá blá blá deles, os preços dos livros, mais um pouquinho a atendente e depois que anotei o número do protocolo, desliguei na cara dela! Sei que foi uma coisa muito feia, mas precisava exteriorizar minha raiva. Lógico que, depois que desliguei, me senti mal por tudo aquilo, mas aí lembrei que a atendente informou que o prazo para cancelamento era de 5 dias, então xinguei-a mais um pouquinho em pensamento! O pior de tudo é que até agora a compra não foi cancelada, tive que pagar a primeira parcela que já havia sido debitada no meu cartão de crédito e ainda gastar com outro livro, pois não consigo ficar sem ler. Ah, sabem onde comprei esse outro livro? Na loja da, da, da.... Saraiva, é claro! Sei lá, as vezes acho que sou mulher de malandro, mesmo!
Isso me lembrou que essa não foi a primeira vez que a Saraiva me fez passar como idiota. No natal do ano passado, eu decidi presentear minha mãe com um livro. Era um lançamento da Marília Gabriela, chamado “Eu que amo tanto”. Pegando um gancho no livro, li-o em 1 noite. Envolvente, sensível, emocionante, chocante, real. Poderia citar “n” adjetivos, ou melhor 13, pois o livro conta a história de 13 mulheres que amam demais. São depoimentos de mulheres que freqüentam o MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas. Como sou uma mulher muito tranqüila com relação a homem (não entendam isso como excesso de ego ou falta de modéstia), achei todas as histórias surreais. Já sofri por amor (paixão, melhor dizendo), já chorei por homem (moleque, que fique claro), já fiz algumas “loucurinhas” por alguns deles (minha mãe e a Debah – amigona – que o digam), já tomei porre para afogar as mágoas, já beijei por carência, e tantas outras coisas que fazemos, e que são normais quando estamos loucamente apaixonadas. Mas depois de fazer cada uma dessas coisas batia um vazio tão grande. Uma dor na consciência e uma vontade de voltar no tempo e desfazer algumas atitudes. Mas sabia que não era possível e também não tinha como ficar chorando pelo leite derramado. Então, logo dava um jeito de melhorar o meu astral, tirar aquelas situações fatídicas da minha cabeça e pensar que nunca mais faria aquilo. E, para ser sincera, realmente nunca mais fiz algumas destas coisas. Sempre tirava uma lição desses tombos e me esforçava para agir diferente. Mas diante deste livro, das histórias que li, fiquei atônita. Para mim é muito difícil entender como algumas mulheres conseguem perder, ou as vezes nem ter, o amor próprio. Como se submetem à algumas situações de uma forma tão natural. Logo na primeira história percebi que não poderia lê-lo com críticas ou julgamentos. É necessário abster-se desses pensamentos para sentir cada história. Desta forma, ao final do livro você sente um vazio grande por cada uma delas e deseja que cada uma encontre seu caminho e seja muito feliz. É curioso perceber também que todas tiveram uma infância conturbada e, mais uma vez, chegar a conclusão que a estrutura familiar contribui muito para a formação de um indivíduo. Muito embora, lógico, isso não serve como muleta. Sou filha de pais separados desde meus 8 anos de idade e fora todas as minhas excentricidades, tenho uma personalidade muito tranqüila. Mas que interfere em alguma coisinha, interfere. Mas, voltando ao assunto Saraiva, pedi para que o livro fosse entregue em uma das lojas, pois fiquei com medo de não chegar em casa a tempo (era uma data próxima ao natal). Olha, a dor de cabeça foi tanta que quase, por muito pouco (na verdade por conta de um pequenino escândalo que fiz) o natal não chegava antes do livro. Realmente, só por Deus...
Bom, partindo para um assunto mais light, o livro que comprei para me acalmar do ocorrido e me distrair foi Férias, da Marian Keyes. Depois faço um post a respeito.

Té mais.